Albert Einstein usava drogas; os Beatles morreram e foram substituídos sem que ninguém soubesse; a Xuxa já fez filme com conteúdo explícito de pedofilia (opa! acho que isso é verdade mesmo!); há Et's na área 51; o Bush é um pedófilo homossexual (huuum); o buraco negro vai nos engloir daqui 30 minutos (cuidadoooo!!!).
Se pudéssemos transformar esses dados virtuais em matéria sólida, as dimensões do Oceano Pacífico seriam mínimas para suportar tanto lixo... Ou então poderíamos lançar essas suposições-supostamente-um-pouco-irreais nos portais do Triângulo das Bermudas, assim elas desapareceriam em milésimos de segundo!).
Na era da desinformação, porém, os segundos não existem e essa falta do tempo (e de tempo, é claro!), faz com que toneladas de lixo radioativo (eu li isso na net!) sejam lançadas a todo instante no mundo virtual.
Toda essa massa-radioativa-engulidora-de-pessoas-sem-uma-base-de-conhecimento produz milhões de indivíduos-alienados-sem-massa-cefálica. E assim nós vamos sobrevivendo no meio do lixão do conhecimento! Mas devemos acreditar ou não no conteúdo da Internet? Eis a questão. O X mesmo da questão, todavia, é se o X da Xuxa possui resquícios do lado xx do Bush! He,he,he!
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Borboletas para todo o sempre
O céu e sua vastidão
Com sua imensurável beleza nas manhãs de verão
E delicadas borboletas sobrevoando o chão
Gostaria de poder voar
Ao paraíso do infinito rumar
Ao lado de uma borboleta estar
No céu azul brilhar
Entre as nuvens brincar
O arco-íris beijar
Como se nunca fôssemos nos separar
Mas se um dia isso acontecer
Eu a procurarei em todo alvorecer
Nem por um segundo a quero perder
Quero ao seu lado adormecer
E só distante dela me aborrecer
Os dias frios iremos incandescer
E juntas voaremos até o anoitecer
Com sua imensurável beleza nas manhãs de verão
E delicadas borboletas sobrevoando o chão
Gostaria de poder voar
Ao paraíso do infinito rumar
Ao lado de uma borboleta estar
No céu azul brilhar
Entre as nuvens brincar
O arco-íris beijar
Como se nunca fôssemos nos separar
Mas se um dia isso acontecer
Eu a procurarei em todo alvorecer
Nem por um segundo a quero perder
Quero ao seu lado adormecer
E só distante dela me aborrecer
Os dias frios iremos incandescer
E juntas voaremos até o anoitecer
Felicidade existe sim
Aqui estou novamente
A chuva cessou finalmente
Foi-se enfim aquele momento descontente
Uma luz no fim do tunel está brilhando
Uma borboleta ainda está voando
Dos pesadelos ainda continuo me esquivando
Nós somos quem nós queremos ser
Nós somos quem nós queremos ser
A borboleta só vem quando nós queremos viver
Eu quero viver num mundo que haja só eu e você
Paraíso Perdido
A borboleta desapareceu
O céu todo escureceu
Alguém em algum lugar se perdeu
Esse algúem chora no breu
Não há mais beleza
Só se vê tristeza
Pensamentos desvalidos
Sentimentos contidos
Onde está a borboleta com a qual eu brincava?
Os meus dias nebulosos ela iluminava
Será que chegara seu fim?
Talvez o problema esteja em mim
Doce melodia perturbadora
Traga novamente minha aurora
Traga de volta a borboleta e minha felicidade
Cesse de uma vez essa saudade
O céu todo escureceu
Alguém em algum lugar se perdeu
Esse algúem chora no breu
Não há mais beleza
Só se vê tristeza
Pensamentos desvalidos
Sentimentos contidos
Onde está a borboleta com a qual eu brincava?
Os meus dias nebulosos ela iluminava
Será que chegara seu fim?
Talvez o problema esteja em mim
Doce melodia perturbadora
Traga novamente minha aurora
Traga de volta a borboleta e minha felicidade
Cesse de uma vez essa saudade
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